O que mais cai
| Parte do tópico | Importância | O que a banca cobra |
|---|---|---|
| Windows: área de trabalho, menu Iniciar e barra de tarefas | Alta | Elementos da tela, áreas de trabalho virtuais e novidades de cada versão |
| Windows: arquivos, pastas e Explorador de Arquivos | Alta | Extensão, caminho, caracteres proibidos, bibliotecas e modos de exibição |
| Windows: copiar, mover, excluir e Lixeira | Alta | Efeito de Ctrl e Shift ao arrastar e o que não vai para a Lixeira |
| Windows: atalhos de teclado | Alta | Atalho e efeito, com troca entre teclas parecidas |
| Windows: Configurações, Painel de Controle e ferramentas do sistema | Média | Função de cada ferramenta, contas de usuário e comandos do Executar |
Do que trata o tópico
O Microsoft Windows é o sistema operacional, isto é, o programa que controla o computador e deixa o usuário abrir aplicativos e guardar arquivos, mais usado nos órgãos públicos. Este tópico ensina a tela do Windows, a organização de arquivos e pastas, as operações de copiar, mover e excluir, os atalhos de teclado e as ferramentas de configuração. O foco está no Windows 10 e no Windows 11, com as diferenças do Windows 7 e do Windows 8 que ainda aparecem em prova.
Conteúdo
Windows: área de trabalho, menu Iniciar e barra de tarefas
Quando o computador liga e o usuário entra na conta, o Windows mostra a área de trabalho (em inglês, desktop), que é a tela de fundo onde ficam ícones, janelas abertas e a barra de tarefas. A área de trabalho é também uma pasta: um arquivo salvo nela fica gravado na pasta Área de Trabalho da conta do usuário. Por isso, o arquivo da área de trabalho de uma pessoa não aparece na área de trabalho de outra pessoa que usa o mesmo computador com outra conta.
A barra de tarefas é a faixa, em geral na parte de baixo da tela, que reúne os pontos de entrada do sistema. Nela ficam o botão Iniciar, a caixa ou o ícone de pesquisa, o botão da Visão de Tarefas, os ícones dos aplicativos fixados e abertos e, no canto direito, a área de notificação, com relógio, volume, rede e bateria. O usuário fixa um aplicativo na barra com o botão direito do mouse, na opção "Fixar na barra de tarefas", e o ícone fica lá mesmo com o aplicativo fechado.
O clique com o botão direito num ícone da barra abre a Lista de Atalhos (Jump List), com os arquivos recentes daquele aplicativo. No Windows 10, o canto direito extremo da barra tem o botão "Mostrar área de trabalho", que minimiza todas as janelas de uma vez. Esse botão tem o mesmo efeito do atalho Win + D, em que Win é a tecla com o logotipo do Windows.
O menu Iniciar é a porta de entrada dos aplicativos e das configurações. No Windows 10, ele traz a lista de aplicativos em ordem alfabética, os botões de energia e de conta e, ao lado, os blocos dinâmicos (Live Tiles), que são quadrados que mostram informação atualizada, como a previsão do tempo. No Windows 11, o menu Iniciar vem centralizado, sem blocos dinâmicos, com uma área de aplicativos fixados e uma área de itens recomendados.
A Visão de Tarefas (Win + Tab) mostra todas as janelas abertas em miniatura e permite criar áreas de trabalho virtuais, que são telas separadas, cada uma com o seu grupo de janelas. Um servidor pode deixar o sistema do protocolo numa área e o e-mail em outra, e alternar entre elas sem fechar nada. As áreas virtuais são do mesmo usuário, na mesma sessão: elas não criam outra conta nem outro computador.
- Win + Ctrl + D cria uma nova área de trabalho virtual e já leva o usuário para ela.
- Win + Ctrl + seta para a esquerda ou para a direita alterna entre as áreas.
- Win + Ctrl + F4 fecha a área atual, e as janelas abertas nela passam para a área vizinha.
O recurso Ajustar (Snap) organiza as janelas pela borda da tela. Se o usuário arrasta uma janela até a borda esquerda, ela ocupa a metade esquerda da tela, e Win + seta faz o mesmo pelo teclado. O Windows 11 acrescenta os Layouts de Ajuste, que aparecem quando o mouse para sobre o botão maximizar e oferecem grades prontas de duas, três ou quatro janelas.
A história das versões explica muita questão, porque a banca pergunta qual versão trouxe cada recurso. O Windows 7 trouxe as bibliotecas, a Lista de Atalhos e os efeitos Aero, como o Aero Peek (espiar a área de trabalho) e o Aero Shake (sacudir uma janela para minimizar as outras). O Windows 8 trocou o menu Iniciar pela Tela Inicial, em tela cheia, com blocos, e tirou o botão Iniciar, que voltou no Windows 8.1. O Windows 10 trouxe de volta o menu Iniciar com blocos, a Visão de Tarefas, as áreas de trabalho virtuais, a Central de Ações e o navegador Microsoft Edge.
O Windows 11 centralizou o menu Iniciar e os ícones da barra de tarefas, embora o usuário possa alinhar tudo à esquerda nas configurações. Ele também trouxe os Widgets (Win + W), os Layouts de Ajuste e as Configurações rápidas (Win + A), que ficaram no lugar da Central de Ações. As notificações passaram para um painel próprio, aberto com Win + N.
- 2009Windows 7: bibliotecas, Aero e Lista de Atalhos
- 2012Windows 8: Tela Inicial com blocos e sem botão Iniciar
- 2015Windows 10: volta do menu Iniciar e áreas de trabalho virtuais
- 2021Windows 11: menu Iniciar centralizado e Layouts de Ajuste
Exemplo resolvido: uma analista quer ver a área de trabalho sem fechar as cinco janelas abertas e depois voltar a elas.
- Ela pressiona Win + D: todas as janelas são minimizadas e a área de trabalho aparece.
- Ela pressiona Win + D de novo: as mesmas janelas voltam ao estado anterior, porque o atalho alterna.
- Se ela tivesse usado Win + M, as janelas seriam minimizadas, mas o mesmo atalho não as traria de volta. Para restaurar, ela usaria Win + Shift + M.
- Resultado: Win + D mostra e esconde a área de trabalho; Win + M só minimiza.
Na prática, um técnico do setor de licitações trabalha com três processos ao mesmo tempo. Ele cria uma área de trabalho virtual para cada processo com Win + Ctrl + D e troca de área com Win + Ctrl + setas. Os aplicativos continuam abertos em todas as áreas, porque elas pertencem à mesma sessão do mesmo usuário.
A diferença que a banca mais troca é entre área de trabalho virtual e conta de usuário. A área virtual separa janelas dentro da mesma sessão, enquanto a conta de usuário separa arquivos, configurações e permissões de pessoas diferentes. Outra troca comum é entre o menu Iniciar do Windows 10, com blocos dinâmicos, e o do Windows 11, sem blocos e centralizado.
O erro comum de quem começa é achar que a Tela Inicial em tela cheia é do Windows 10. Ela é a marca do Windows 8, e o Windows 10 voltou ao menu Iniciar.
No Windows 10, o atalho Win + D cria uma nova área de trabalho virtual, e o atalho Win + Ctrl + seta para a direita leva o usuário para a área seguinte.
Comentário:
Regra: no Windows 10, Win + Ctrl + D cria a área de trabalho virtual; Win + D mostra e esconde a área de trabalho.
A afirmação erra em Win + D cria uma nova área de trabalho virtual: Win + D minimiza as janelas e mostra a área de trabalho, e a nova área virtual vem de Win + Ctrl + D. A segunda parte, sobre Win + Ctrl + seta para a direita, está correta.
Resultado: errado.
Um órgão migrou parte dos computadores do Windows 10 para o Windows 11. Assinale a alternativa que traz uma novidade do Windows 11 em relação ao Windows 10.
- A) Os blocos dinâmicos no menu Iniciar, que mostram informação atualizada dos aplicativos.
- B) A Tela Inicial em tela cheia, que substitui o botão Iniciar.
- C) O menu Iniciar e os ícones da barra de tarefas centralizados por padrão, com os Layouts de Ajuste no botão maximizar.
- D) As bibliotecas, que reúnem pastas de lugares diferentes numa só exibição.
- E) A Visão de Tarefas com áreas de trabalho virtuais, que aparece pela primeira vez no Windows 11.
Comentário:
A) Errada.
Regra: os blocos dinâmicos estão no Windows 8 e no Windows 10, e o Windows 11 tirou os blocos do menu Iniciar.
A alternativa erra em Os blocos dinâmicos no menu Iniciar: o Windows 11 não tem blocos dinâmicos.
B) Errada.
Regra: a Tela Inicial em tela cheia, sem botão Iniciar, é a marca do Windows 8.
A alternativa erra em A Tela Inicial em tela cheia, que substitui o botão Iniciar: isso é do Windows 8, e o botão voltou no Windows 8.1.
C) Certa.
Regra: o Windows 11 centraliza o menu Iniciar e os ícones da barra de tarefas e traz os Layouts de Ajuste.
O alinhamento ao centro é o padrão do Windows 11, e os Layouts de Ajuste aparecem quando o mouse para sobre o botão maximizar.
D) Errada.
Regra: as bibliotecas surgiram no Windows 7.
A alternativa erra em As bibliotecas: elas já existem desde o Windows 7, por isso não são novidade do Windows 11.
E) Errada.
Regra: a Visão de Tarefas e as áreas de trabalho virtuais chegaram no Windows 10.
A alternativa erra em que aparece pela primeira vez no Windows 11: o recurso já existe no Windows 10.
Resultado: alternativa C.
Como a banca cobra: a banca descreve um recurso e pergunta a versão que o trouxe, ou troca o atalho da área de trabalho virtual pelo atalho da área de trabalho comum.
Windows: arquivos, pastas e Explorador de Arquivos
Um computador guarda milhares de documentos, e o usuário precisa achar cada um deles. O Windows resolve isso com arquivos, que são os conjuntos de dados com nome (um ofício, uma planilha, uma foto), e pastas (ou diretórios), que são os recipientes que guardam arquivos e outras pastas. Uma pasta dentro de outra é uma subpasta, e a organização inteira forma uma árvore que parte da raiz de cada unidade, como C:.
O nome do arquivo tem duas partes separadas pelo último ponto: o nome propriamente dito e a extensão, que indica o tipo do arquivo e o aplicativo que o abre. Em "parecer.docx", a extensão é docx (documento do Word); em "orcamento.xlsx", é xlsx (planilha do Excel); outras comuns são pdf, txt, jpg, png, mp3, mp4, zip e exe (programa executável). Por padrão, o Windows esconde as extensões dos tipos conhecidos, e o usuário passa a ver as extensões marcando a opção "Extensões de nomes de arquivos" na guia Exibir do Explorador.
O nome do arquivo não pode ter nove caracteres, porque o sistema usa esses caracteres para outras funções: \ / : * ? " < > |. O Windows não diferencia letra maiúscula de minúscula no nome, por isso "Ata.txt" e "ata.txt" são o mesmo nome e não podem ficar na mesma pasta. Espaço, acento, hífen e vários pontos no nome são aceitos, como em "ata de reunião v2.final.docx", cuja extensão é docx.
O caminho é o endereço completo de um arquivo: a unidade, as pastas em ordem e o nome do arquivo, separados pela barra invertida (). Nas versões tradicionais do Windows, o caminho completo tem limite de 260 caracteres, e um caminho muito longo pode impedir a cópia de um arquivo. A unidade C: é, em regra, a do sistema; as letras seguintes ficam com outros discos, pen drives e unidades de rede.
O Explorador de Arquivos (Win + E) é o aplicativo que mostra e organiza arquivos e pastas. No Windows 7, o nome era Windows Explorer, e o Windows 8 passou a chamar o aplicativo de Explorador de Arquivos e trouxe a faixa de opções, a barra de guias Arquivo, Início, Compartilhar e Exibir que o Windows 10 manteve. O Windows 11 trocou a faixa de opções por uma barra de comandos mais simples e passou a abrir várias pastas em guias na mesma janela.
A janela do Explorador tem partes fixas. À esquerda fica o painel de navegação, com o Acesso rápido (pastas fixadas e usadas com frequência), o OneDrive, o Este Computador (no Windows 7, Computador) e a Rede. No alto ficam a barra de endereços, que mostra o caminho, e a caixa de pesquisa. No centro fica o conteúdo da pasta aberta.
Os modos de exibição mudam o jeito de mostrar o conteúdo: ícones extra grandes, grandes, médios e pequenos, Lista, Detalhes, Blocos e Conteúdo. O modo Detalhes mostra colunas como Nome, Data de modificação, Tipo e Tamanho, e um clique no título da coluna ordena a lista por ela. O painel de visualização (Alt + P) mostra o conteúdo do arquivo selecionado sem abrir o aplicativo, e o painel de detalhes (Alt + Shift + P) mostra as propriedades do arquivo.
As bibliotecas, criadas no Windows 7, são coleções virtuais que mostram juntas pastas que estão em lugares diferentes. A biblioteca Documentos pode mostrar a pasta Documentos do disco C: e uma pasta do disco D: numa só lista, mas os arquivos continuam gravados nas pastas originais. As bibliotecas padrão são Documentos, Músicas, Imagens e Vídeos, e no Windows 10 elas ficam escondidas no painel de navegação até o usuário ativar a exibição.
Os atalhos são arquivos pequenos que apontam para outro arquivo, pasta ou programa, e o ícone deles tem uma setinha no canto. Se o usuário apaga o atalho, o arquivo original continua no lugar; se apaga ou move o original, o atalho fica quebrado. Os atributos marcam propriedades do arquivo: o atributo somente leitura impede alterar o conteúdo, e o atributo oculto esconde o arquivo, que volta a aparecer com a opção "Itens ocultos" da guia Exibir.
O sistema de arquivos é o formato que organiza os dados dentro de uma unidade. O NTFS é o padrão do disco do Windows e tem permissões por usuário, criptografia e compactação. O FAT32 é antigo e aceito por quase todo aparelho, mas não guarda arquivo de 4 GB ou mais, e o exFAT é próprio para pen drives e cartões, sem esse limite.
Exemplo resolvido: um servidor quer saber o nome, a extensão e as pastas do arquivo abaixo.
D:\Licitacoes\2026\Pregao 15\edital.final.pdf
- A unidade é D:, porque o caminho começa por ela.
- As pastas, em ordem, são Licitacoes, dentro dela 2026 e, dentro dela, Pregao 15.
- O nome completo do arquivo é "edital.final.pdf", o último item depois da última barra.
- A extensão é pdf, porque ela fica depois do último ponto, e o ponto do meio faz parte do nome.
- Resultado: arquivo PDF chamado "edital.final", guardado na subpasta Pregao 15.
Na prática, uma secretaria guarda os ofícios do ano numa pasta do disco D: e os modelos numa pasta da rede. A chefe cria uma biblioteca e inclui as duas pastas nela, e a equipe passa a ver tudo numa só lista. Como a biblioteca só aponta para as pastas, o arquivo salvo por meio dela fica gravado numa das pastas reais.
Biblioteca e pasta se confundem com frequência. A pasta guarda arquivos de verdade, enquanto a biblioteca só reúne a exibição de pastas. Atalho e cópia também se confundem: a cópia é um segundo arquivo com o mesmo conteúdo, e o atalho só aponta para o arquivo que já existe.
O erro comum é achar que esconder a extensão muda o tipo do arquivo. O tipo continua o mesmo, e só a exibição muda; se o usuário renomeia "foto.jpg" para "foto.txt", aí sim o Windows passa a tratar o arquivo como texto e ele deixa de abrir no visualizador de imagens.
No Windows, uma mesma pasta não pode guardar ao mesmo tempo os arquivos "relatorio.txt" e "RELATORIO.txt", porque o sistema não diferencia letras maiúsculas de minúsculas no nome dos arquivos.
Comentário:
Regra: no Windows, o nome do arquivo não diferencia maiúscula de minúscula, por isso os dois nomes são o mesmo nome.
Ao tentar criar o segundo arquivo, o Windows avisa que já existe um arquivo com esse nome na pasta e oferece substituir o arquivo.
Resultado: certo.
O caminho abaixo é usado na próxima questão.
C:\Concurso\Edital\cronograma.pdf
Considere o caminho acima, visto no Explorador de Arquivos do Windows 10. Assinale a alternativa correta.
- A) "cronograma" é uma pasta e "pdf" é um arquivo guardado nela.
- B) Concurso é o nome da unidade de disco onde o arquivo está.
- C) O usuário pode renomear o arquivo para "crono:grama.pdf", porque o sinal de dois-pontos é aceito no nome.
- D) A pasta Edital fica direto na raiz da unidade C:, fora de qualquer outra pasta.
- E) Edital é subpasta de Concurso, e pdf é a extensão do arquivo cronograma.
Comentário:
A) Errada.
Regra: o último item do caminho é o arquivo, e o que vem depois do último ponto é a extensão.
A alternativa erra em "cronograma" é uma pasta: cronograma é o nome do arquivo, e pdf é a extensão dele.
B) Errada.
Regra: a unidade é a letra seguida de dois-pontos no começo do caminho.
A alternativa erra em Concurso é o nome da unidade de disco: a unidade é C:, e Concurso é uma pasta da raiz.
C) Errada.
Regra: o nome do arquivo não aceita os caracteres barra invertida, barra, dois-pontos, asterisco, interrogação, aspas, menor que, maior que e barra vertical.
A alternativa erra em o sinal de dois-pontos é aceito no nome: o dois-pontos é proibido, e o Windows recusa o nome.
D) Errada.
Regra: no caminho, cada pasta fica dentro da pasta escrita antes dela.
A alternativa erra em fica direto na raiz da unidade C:: Edital está dentro da pasta Concurso.
E) Certa.
Regra: no caminho, cada pasta fica dentro da pasta escrita antes dela, e a extensão vem depois do último ponto do nome.
Edital vem depois de Concurso, por isso é subpasta dela, e o arquivo cronograma tem a extensão pdf.
Resultado: alternativa E.
Como a banca cobra: a banca dá um caminho e pergunta a pasta, o arquivo ou a extensão, ou propõe um nome com caractere proibido e pergunta se ele é válido.
Windows: copiar, mover, excluir e Lixeira
Um usuário que reorganiza documentos precisa decidir se quer uma segunda via (copiar) ou só mudar o lugar do arquivo (mover). Ao copiar, o arquivo original fica onde estava e um novo arquivo igual aparece no destino. Ao mover, o arquivo sai da origem e passa a existir só no destino.
Pelo teclado, a cópia usa Ctrl + C (copiar) e Ctrl + V (colar), e a movimentação usa Ctrl + X (recortar) e Ctrl + V. O arquivo recortado não some na hora: ele fica com o ícone esmaecido e só sai da origem quando o usuário cola o arquivo no destino. Se o usuário cola o arquivo na mesma pasta de onde copiou, o Windows cria o arquivo com o acréscimo "- Cópia" no nome, como em "ata - Cópia.docx".
Pelo mouse, o efeito de arrastar com o botão esquerdo depende da unidade de origem e da unidade de destino. Na mesma unidade (de uma pasta de C: para outra pasta de C:), o arquivo é movido. Em unidades diferentes (de C: para um pen drive E:), o arquivo é copiado. A lógica é que, dentro do mesmo disco, o usuário em geral quer reorganizar, e entre discos ele em geral quer levar uma cópia.
As teclas mudam o efeito do arraste, qualquer que seja a unidade:
- Ctrl pressionado durante o arraste: o arquivo é copiado (o cursor mostra um sinal de mais).
- Shift pressionado durante o arraste: o arquivo é movido.
- Alt pressionado durante o arraste (ou Ctrl + Shift): o Windows cria um atalho no destino.
- Arraste com o botão direito do mouse: ao soltar, aparece um menu com Copiar aqui, Mover aqui, Criar atalhos aqui e Cancelar.
- O usuário arrasta o arquivo até o destino
- Ctrl, Shift ou Alt está pressionado?SimA tecla decide (Ctrl copia, Shift move, Alt cria atalho)NãoO Windows compara as unidades
- Origem e destino ficam na mesma unidade?SimO arquivo é movidoNãoO arquivo é copiado
Excluir um arquivo do disco do computador, com a tecla Delete ou a opção Excluir, envia o arquivo para a Lixeira, que é uma pasta especial onde ele fica até o usuário restaurar o arquivo ou esvaziar a Lixeira. Restaurar devolve o arquivo à pasta onde ele estava. Enquanto está na Lixeira, o arquivo continua ocupando espaço no disco, e o espaço só volta quando a Lixeira é esvaziada.
Alguns casos não passam pela Lixeira, e o arquivo é excluído de forma permanente. A combinação Shift + Delete exclui sem passar pela Lixeira, depois de uma pergunta de confirmação. Arquivos excluídos de pen drive, de cartão de memória e de pasta da rede também não vão para a Lixeira do computador. O arquivo maior que o espaço reservado para a Lixeira é excluído de vez, depois de um aviso do Windows.
A Lixeira tem configuração própria em cada unidade: o usuário escolhe o tamanho máximo e pode marcar a opção de excluir os arquivos direto, sem mandar para a Lixeira. A exclusão feita pelo Prompt de Comando, com o comando del, também não usa a Lixeira. Excluir um atalho manda para a Lixeira só o atalho, e o arquivo original continua no lugar.
Exemplo resolvido: uma servidora faz quatro operações no Explorador e quer saber o efeito de cada uma. A pasta Contratos fica no disco C:, e o pen drive é a unidade E:.
- Ela arrasta "contrato.pdf" de C:\Contratos para C:\Arquivo, sem tecla: mesma unidade, o arquivo é movido.
- Ela arrasta "contrato.pdf" de C:\Arquivo para E:, sem tecla: unidades diferentes, o arquivo é copiado e continua em C:.
- Ela arrasta "modelo.docx" de C:\Contratos para E: segurando Shift: a tecla manda mover, e o arquivo sai de C:.
- Ela seleciona "rascunho.txt" no pen drive E: e pressiona Delete: o arquivo é excluído de vez, porque arquivo de pen drive não vai para a Lixeira.
- Resultado: "contrato.pdf" fica em C:\Arquivo e em E:, "modelo.docx" fica só em E:, e "rascunho.txt" não pode ser restaurado pela Lixeira.
Na prática, um estagiário apaga por engano, com Delete, uma pasta de planilhas do disco C:. O chefe abre a Lixeira, seleciona a pasta e usa Restaurar, e a pasta volta ao lugar de origem com o conteúdo. Se o estagiário tivesse usado Shift + Delete, a Lixeira não teria a pasta, e só um backup resolveria.
Recortar e excluir parecem parecidos, porque nos dois o arquivo sai da pasta, mas são operações diferentes. O arquivo recortado só sai da origem quando é colado no destino, enquanto o arquivo excluído vai para a Lixeira ou some de vez. Copiar e criar atalho também se confundem: a cópia duplica o conteúdo, e o atalho só aponta para o original.
O erro comum é decorar que arrastar sempre move. O arraste sem tecla só move dentro da mesma unidade, e entre unidades diferentes ele copia.
Um usuário do Windows 10 arrasta com o botão esquerdo do mouse, sem pressionar nenhuma tecla, um arquivo da pasta Documentos, no disco C:, para um pen drive reconhecido como unidade E:. O arquivo é movido e deixa de existir em C:.
Comentário:
Regra: no arraste com o botão esquerdo e sem tecla, o Windows move o arquivo dentro da mesma unidade e copia o arquivo entre unidades diferentes.
A afirmação erra em O arquivo é movido e deixa de existir em C:: como C: e E: são unidades diferentes, o arquivo é copiado e continua em Documentos. Para mover, o usuário teria de segurar Shift durante o arraste.
Resultado: errado.
Sobre a exclusão de arquivos no Windows 10, com a configuração padrão da Lixeira, assinale a alternativa correta.
- A) O arquivo do disco C: excluído com a tecla Delete vai para a Lixeira e pode ser restaurado para a pasta de origem.
- B) O arquivo de um pen drive excluído com a tecla Delete vai para a Lixeira do computador.
- C) A combinação Shift + Delete envia o arquivo para a Lixeira sem pedir confirmação.
- D) A exclusão de um atalho apaga também o arquivo original para o qual ele aponta.
- E) O arquivo que está na Lixeira deixa de ocupar espaço no disco.
Comentário:
A) Certa.
Regra: o arquivo do disco do computador excluído com Delete vai para a Lixeira, e Restaurar devolve o arquivo à pasta de origem.
É o caminho padrão da exclusão no disco local.
B) Errada.
Regra: arquivos excluídos de pen drive, cartão de memória ou pasta da rede não vão para a Lixeira.
A alternativa erra em vai para a Lixeira do computador: o arquivo do pen drive é excluído de forma permanente.
C) Errada.
Regra: Shift + Delete exclui de forma permanente, sem passar pela Lixeira, depois de uma confirmação.
A alternativa erra em envia o arquivo para a Lixeira sem pedir confirmação: a combinação pula a Lixeira e pede confirmação.
D) Errada.
Regra: o atalho só aponta para o arquivo, e excluir o atalho não mexe no original.
A alternativa erra em apaga também o arquivo original: o arquivo original continua no lugar.
E) Errada.
Regra: o arquivo na Lixeira continua gravado no disco até a Lixeira ser esvaziada.
A alternativa erra em deixa de ocupar espaço no disco: o espaço só volta depois de esvaziar a Lixeira ou excluir o arquivo dela.
Resultado: alternativa A.
Como a banca cobra: a banca monta um arraste entre unidades, com ou sem Ctrl e Shift, e pergunta se houve cópia ou movimentação, ou pergunta se um arquivo excluído pode ser restaurado.
Windows: atalhos de teclado
Os atalhos de teclado são combinações de teclas que fazem uma ação sem o mouse. Eles existem para poupar tempo nas tarefas repetidas, e a banca cobra o par atalho e efeito. Os atalhos do Windows se dividem em três grupos: os com a tecla Win, que agem sobre o sistema; os de edição, que valem em quase todo aplicativo; e os do Explorador de Arquivos.
A tabela abaixo reúne os atalhos com a tecla Win que mais caem.
| Atalho | Efeito |
|---|---|
| Win | Abre ou fecha o menu Iniciar |
| Win + D | Mostra e esconde a área de trabalho |
| Win + M | Minimiza todas as janelas |
| Win + E | Abre o Explorador de Arquivos |
| Win + R | Abre a caixa Executar |
| Win + I | Abre as Configurações |
| Win + L | Bloqueia o computador |
| Win + Tab | Abre a Visão de Tarefas |
| Win + V | Abre o histórico da área de transferência |
| Win + Shift + S | Captura uma parte da tela |
| Win + X | Abre o menu de links rápidos do botão Iniciar |
| Win + número | Abre o aplicativo naquela posição da barra de tarefas |
O Win + L bloqueia o computador, isto é, volta para a tela de entrada sem fechar nada, e a sessão continua aberta para o usuário voltar com a senha. O Win + V só mostra o histórico se o recurso estiver ativado nas configurações; sem isso, o Windows guarda só o último item copiado. O Win + número conta os ícones da barra da esquerda para a direita, por isso Win + 1 abre o primeiro aplicativo fixado.
Os atalhos de edição valem no Explorador e em quase todo aplicativo: Ctrl + C copia, Ctrl + X recorta, Ctrl + V cola, Ctrl + Z desfaz, Ctrl + Y refaz e Ctrl + A seleciona tudo. O Alt + Tab alterna entre as janelas abertas, e o Alt + F4 fecha a janela ativa; na área de trabalho, sem janela ativa, o Alt + F4 abre a caixa de desligar o Windows. O Ctrl + Shift + Esc abre direto o Gerenciador de Tarefas, enquanto o Ctrl + Alt + Del abre a tela de segurança, com as opções de bloquear, trocar de usuário, sair e abrir o Gerenciador de Tarefas.
No Explorador de Arquivos, o F2 renomeia o item selecionado, o F5 atualiza a exibição e o F3 ou o Ctrl + F levam o cursor para a caixa de pesquisa. O Alt + Enter abre as propriedades do item, o Ctrl + Shift + N cria uma nova pasta e o Alt + seta para cima sobe para a pasta de cima. O Alt + seta para a esquerda volta para a pasta vista antes, como o botão Voltar.
A tecla Print Screen (PrtScn) copia a imagem da tela inteira para a área de transferência, e o Alt + PrtScn copia só a janela ativa. O Win + PrtScn copia a tela e também grava um arquivo de imagem na pasta Capturas de Tela, dentro de Imagens. Nas versões recentes do Windows 11, a tecla PrtScn sozinha pode abrir a Ferramenta de Captura, que deixa o usuário escolher a área.
Exemplo resolvido: um servidor está com o Word aberto e quer, sem mouse, renomear um arquivo e depois bloquear o computador para sair para o almoço.
- Win + E: o Explorador de Arquivos abre.
- Ele chega à pasta e seleciona o arquivo com as setas.
- F2: o nome do arquivo fica editável; ele digita o novo nome e pressiona Enter.
- Se errar o nome, Ctrl + Z desfaz a renomeação.
- Win + L: o computador volta à tela de entrada, e o Word continua aberto com o texto.
- Resultado: o arquivo é renomeado e a sessão fica protegida por senha, sem perder trabalho.
Na prática, uma atendente precisa colar no sistema de protocolo três trechos copiados de e-mails diferentes. Ela ativa o histórico da área de transferência e copia os três trechos com Ctrl + C. No sistema, ela pressiona Win + V e escolhe cada trecho na lista, sem voltar aos e-mails.
As trocas mais comuns são entre pares parecidos. Win + D alterna a área de trabalho, e Win + M só minimiza; Alt + Tab alterna janelas, e Alt + F4 fecha; Ctrl + Shift + Esc abre o Gerenciador de Tarefas direto, e Ctrl + Alt + Del abre a tela de segurança. Win + L bloqueia, mas não desliga nem encerra a sessão.
O erro comum é confundir F2 com F5 no Explorador. O F2 renomeia, e o F5 só atualiza a lista de arquivos.
No Windows 10, a combinação Ctrl + Shift + Esc abre o Gerenciador de Tarefas diretamente, sem passar pela tela de segurança que aparece com Ctrl + Alt + Del.
Comentário:
Regra: Ctrl + Shift + Esc abre o Gerenciador de Tarefas direto, e Ctrl + Alt + Del abre a tela de segurança, que tem o Gerenciador entre as opções.
As duas combinações levam ao Gerenciador de Tarefas, mas só a primeira abre o programa direto.
Resultado: certo.
Um técnico treina novos servidores no uso do teclado no Windows 10. Assinale a alternativa que associa corretamente o atalho ao efeito.
- A) Win + L desliga o computador e fecha os aplicativos abertos.
- B) Win + E abre o navegador Microsoft Edge.
- C) Alt + Tab fecha a janela ativa.
- D) Win + V abre o histórico da área de transferência, quando o recurso está ativado.
- E) Alt + F4 minimiza a janela ativa e mantém o aplicativo na barra de tarefas.
Comentário:
A) Errada.
Regra: Win + L bloqueia o computador e mantém a sessão e os aplicativos abertos.
A alternativa erra em desliga o computador e fecha os aplicativos abertos: o atalho só bloqueia.
B) Errada.
Regra: Win + E abre o Explorador de Arquivos.
A alternativa erra em abre o navegador Microsoft Edge: o E do atalho é do Explorador, não do Edge.
C) Errada.
Regra: Alt + Tab alterna entre as janelas abertas.
A alternativa erra em fecha a janela ativa: quem fecha a janela ativa é Alt + F4.
D) Certa.
Regra: Win + V abre o histórico da área de transferência, que precisa estar ativado nas configurações.
Com o recurso ativado, o usuário escolhe na lista qual item copiado quer colar.
E) Errada.
Regra: Alt + F4 fecha a janela ativa.
A alternativa erra em minimiza a janela ativa e mantém o aplicativo na barra de tarefas: o atalho fecha a janela, e quem minimiza todas as janelas é Win + M.
Resultado: alternativa D.
Como a banca cobra: a banca lista pares de atalho e efeito e troca um deles, em geral entre teclas vizinhas como Win + D e Win + M ou Alt + Tab e Alt + F4.
Windows: Configurações, Painel de Controle e ferramentas do sistema
O Windows precisa de um lugar para o usuário ajustar a tela, a rede, as contas e as atualizações. As Configurações (Win + I) são esse lugar no Windows 10 e no Windows 11, e no Windows 10 elas têm áreas como Sistema, Dispositivos, Rede e Internet, Personalização, Aplicativos, Contas, Hora e Idioma, Facilidade de Acesso e Atualização e Segurança (onde fica o Windows Update). No Windows 11, a Facilidade de Acesso passa a se chamar Acessibilidade e o Windows Update vira uma área própria. O Painel de Controle é a ferramenta antiga, que continua no sistema para opções que ainda não passaram para as Configurações, com categorias como Sistema e Segurança, Rede e Internet, Hardware e Sons, Programas e Contas de Usuário.
As contas de usuário separam as pessoas que usam o mesmo computador. A conta de administrador pode instalar programas, mudar configurações do sistema e criar contas, enquanto a conta padrão usa os programas e altera só as próprias configurações. O Controle de Conta de Usuário (UAC) mostra um aviso antes de uma mudança no sistema e, na conta padrão, pede a senha de um administrador.
O Windows traz ferramentas de manutenção e de segurança, e cada uma tem uma função que a banca troca com a da outra:
- Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc): mostra os processos, o uso de processador e memória e os aplicativos que iniciam com o Windows, e permite finalizar um aplicativo travado.
- Limpeza de Disco: apaga arquivos temporários e outros arquivos desnecessários para liberar espaço.
- Desfragmentar e Otimizar Unidades: junta os pedaços espalhados dos arquivos no disco rígido; no SSD, o Windows faz outra otimização no lugar da desfragmentação.
- Restauração do Sistema: volta os arquivos de sistema, os programas e as configurações a um ponto de restauração anterior, sem apagar os documentos pessoais.
- Histórico de Arquivos: faz cópias periódicas dos arquivos pessoais numa unidade externa ou de rede.
- Windows Update: baixa e instala as atualizações do sistema.
- Segurança do Windows: reúne o antivírus Microsoft Defender e o firewall, que controla o tráfego de rede que entra e sai.
- BitLocker: criptografa a unidade inteira, para que os dados não sejam lidos sem a senha ou a chave; ele não existe na edição Home.
A caixa Executar (Win + R) abre ferramentas pelo nome do programa. Os nomes que mais aparecem estão abaixo.
cmd Prompt de Comando
control Painel de Controle
msconfig Configuração do Sistema
regedit Editor do Registro
taskmgr Gerenciador de Tarefas
cleanmgr Limpeza de Disco
winver Versão do Windows
Cada linha traz o nome digitado na caixa Executar e, ao lado, a ferramenta que abre. O msconfig ajusta o modo de inicialização do Windows, e o regedit abre o Registro, que é o banco de dados das configurações do sistema. O winver mostra uma janela com a versão do Windows e o número da compilação, que é o número da atualização instalada.
Exemplo resolvido: o computador de um setor ficou lento depois da instalação de um programa, e o técnico precisa decidir a ferramenta de cada passo.
- Ctrl + Shift + Esc abre o Gerenciador de Tarefas, e a guia de processos mostra o programa novo usando quase toda a memória.
- O técnico finaliza o processo pelo Gerenciador, e a máquina volta a responder.
- Para desfazer a instalação, ele usa a Restauração do Sistema e escolhe o ponto de restauração anterior ao programa.
- Os documentos dos servidores ficam intactos, porque a Restauração do Sistema não mexe nos arquivos pessoais.
- Resultado: Gerenciador de Tarefas para o problema imediato e Restauração do Sistema para voltar a configuração.
Na prática, uma servidora com conta padrão tenta instalar um leitor de PDF e o UAC pede a senha de administrador. Ela não tem essa senha e chama o suporte, que digita a senha de administrador e autoriza a instalação. Esse controle evita que um programa malicioso se instale sem o conhecimento de quem administra o computador.
A Restauração do Sistema e o Histórico de Arquivos se confundem porque os dois voltam no tempo. A Restauração do Sistema cuida dos arquivos de sistema e dos programas e não protege documentos, e o Histórico de Arquivos cuida dos documentos pessoais. A Limpeza de Disco libera espaço, e a desfragmentação reorganiza os dados sem liberar espaço.
O erro comum é achar que a Restauração do Sistema recupera uma planilha apagada. Ela não recupera documento pessoal; para isso servem a Lixeira, o Histórico de Arquivos e o backup.
Sobre as ferramentas do Windows 10 e os nomes digitados na caixa Executar (Win + R), assinale a alternativa correta.
- A) O comando msconfig abre o Editor do Registro, onde ficam as configurações do sistema.
- B) O comando winver mostra a versão do Windows e o número da compilação instalada.
- C) A Restauração do Sistema volta o computador a um ponto anterior e apaga os documentos pessoais criados depois dele.
- D) A Limpeza de Disco reorganiza os pedaços espalhados dos arquivos para acelerar a leitura do disco.
- E) Um usuário com conta padrão instala um programa para todos os usuários sem informar a senha de um administrador.
Comentário:
A) Errada.
Regra: msconfig abre a Configuração do Sistema, e regedit abre o Editor do Registro.
A alternativa erra em msconfig abre o Editor do Registro: o Editor do Registro abre com regedit.
B) Certa.
Regra: winver abre a janela com a versão do Windows e o número da compilação.
É o jeito mais rápido de saber qual versão e qual atualização o computador tem.
C) Errada.
Regra: a Restauração do Sistema volta arquivos de sistema, programas e configurações e não apaga documentos pessoais.
A alternativa erra em apaga os documentos pessoais criados depois dele: os documentos pessoais ficam intactos.
D) Errada.
Regra: a Limpeza de Disco apaga arquivos desnecessários, e quem reorganiza os pedaços dos arquivos é a desfragmentação.
A alternativa erra em reorganiza os pedaços espalhados dos arquivos: essa é a função de Desfragmentar e Otimizar Unidades.
E) Errada.
Regra: na conta padrão, o Controle de Conta de Usuário pede a senha de um administrador para mudanças no sistema.
A alternativa erra em sem informar a senha de um administrador: a instalação para todos os usuários exige a senha de um administrador.
Resultado: alternativa B.
Como a banca cobra: a banca descreve uma necessidade (liberar espaço, desfazer uma instalação, saber a versão) e pergunta a ferramenta ou o comando do Executar.
- Microsoft Windows
- Tela do sistema
- Área de trabalho
- Barra de tarefas
- Menu Iniciar
- Áreas de trabalho virtuais
- Ajustar e Layouts de Ajuste
- Versões
- Windows 7 e bibliotecas
- Windows 8 e Tela Inicial
- Windows 10 e Visão de Tarefas
- Windows 11 centralizado
- Arquivos e pastas
- Extensão e caminho
- Caracteres proibidos
- Explorador de Arquivos
- Bibliotecas e atalhos
- NTFS, FAT32 e exFAT
- Copiar, mover e excluir
- Arraste na mesma unidade
- Arraste entre unidades
- Ctrl, Shift e Alt
- Lixeira e Shift + Delete
- Atalhos de teclado
- Tecla Win
- Edição
- Explorador de Arquivos
- Ferramentas do sistema
- Configurações e Painel de Controle
- Contas e UAC
- Manutenção e segurança
- Caixa Executar
- Tela do sistema
Quadros e comparações
A primeira tabela compara as versões do Windows pelo recurso que a banca associa a cada uma.
| Versão | Tela de entrada dos aplicativos | Recursos marcantes |
|---|---|---|
| Windows 7 | Menu Iniciar clássico | Bibliotecas, Aero Peek, Aero Shake e Lista de Atalhos |
| Windows 8 | Tela Inicial em tela cheia, com blocos | Sem botão Iniciar, que volta no 8.1; faixa de opções no Explorador |
| Windows 10 | Menu Iniciar com blocos dinâmicos | Visão de Tarefas, áreas virtuais, Central de Ações e Edge |
| Windows 11 | Menu Iniciar centralizado, sem blocos | Layouts de Ajuste, Widgets e Configurações rápidas |
A segunda tabela compara o efeito das operações com arquivos no Explorador.
| Operação | O que acontece | Passa pela Lixeira |
|---|---|---|
| Arrastar na mesma unidade, sem tecla | Move | Não se aplica |
| Arrastar entre unidades, sem tecla | Copia | Não se aplica |
| Arrastar com Ctrl / com Shift | Copia / Move | Não se aplica |
| Arrastar com Alt | Cria atalho | Não se aplica |
| Delete em arquivo do disco local | Exclui | Sim |
| Shift + Delete | Exclui de forma permanente | Não |
| Delete em pen drive ou rede | Exclui de forma permanente | Não |
A terceira tabela compara os sistemas de arquivos mais citados.
| Sistema de arquivos | Uso típico | Ponto que a banca cobra |
|---|---|---|
| NTFS | Disco do Windows | Permissões, criptografia e compactação |
| FAT32 | Pen drives antigos e aparelhos simples | Não guarda arquivo de 4 GB ou mais |
| exFAT | Pen drives e cartões de memória | Sem o limite de 4 GB por arquivo |
Para decorar
- Win + D: mostra e esconde a área de trabalho; Win + M só minimiza.
- Win + Ctrl + D: cria área de trabalho virtual; Win + Ctrl + F4 fecha a área atual.
- Win + Tab: Visão de Tarefas.
- Win + E: Explorador; Win + I: Configurações; Win + R: Executar; Win + L: bloqueia.
- Win + V: histórico da área de transferência, se ativado.
- Ctrl + Shift + Esc: Gerenciador de Tarefas direto.
- F2: renomeia; F5: atualiza; Alt + Enter: propriedades; Ctrl + Shift + N: nova pasta.
- Arrastar na mesma unidade: move; entre unidades: copia.
- Ctrl no arraste: copia; Shift: move; Alt: cria atalho.
- Shift + Delete, pen drive e rede: exclusão sem Lixeira.
- Nove caracteres proibidos no nome: barra invertida, barra, dois-pontos, asterisco, interrogação, aspas, menor que, maior que e barra vertical.
- 260 caracteres: limite tradicional do caminho completo.
- FAT32: não guarda arquivo de 4 GB ou mais.
- Windows 7: bibliotecas; Windows 8: Tela Inicial; Windows 10: áreas virtuais; Windows 11: menu centralizado.
Pegadinhas
| # | Errado | Certo |
|---|---|---|
| 1 | Win + D cria uma área de trabalho virtual. | Win + D mostra a área de trabalho; a área virtual vem de Win + Ctrl + D. |
| 2 | Arrastar um arquivo de C: para um pen drive, sem tecla, move o arquivo. | Entre unidades diferentes, o arraste sem tecla copia o arquivo. |
| 3 | Segurar Shift durante o arraste copia o arquivo. | Shift move; Ctrl copia; Alt cria atalho. |
| 4 | Arquivo apagado do pen drive com Delete vai para a Lixeira. | Arquivo de pen drive, cartão ou rede é excluído de forma permanente. |
| 5 | Excluir o atalho apaga o arquivo original. | Excluir o atalho apaga só o atalho, e o original continua no lugar. |
| 6 | A biblioteca guarda cópias dos arquivos das pastas incluídas. | A biblioteca só mostra as pastas, e os arquivos ficam nas pastas originais. |
| 7 | "Ata.txt" e "ata.txt" podem ficar na mesma pasta. | O Windows não diferencia maiúscula de minúscula, e os nomes são iguais. |
| 8 | A Tela Inicial em tela cheia é do Windows 10. | A Tela Inicial em tela cheia é do Windows 8. |
| 9 | O Windows 11 mantém os blocos dinâmicos no menu Iniciar. | O Windows 11 tirou os blocos dinâmicos e centralizou o menu Iniciar. |
| 10 | Win + L encerra a sessão e fecha os aplicativos. | Win + L só bloqueia, e os aplicativos continuam abertos. |
| 11 | A Restauração do Sistema recupera documentos pessoais apagados. | Ela volta sistema e programas, e não mexe nos documentos pessoais. |
| 12 | O FAT32 aceita um arquivo de vídeo de 5 GB. | O FAT32 não guarda arquivo de 4 GB ou mais; o exFAT e o NTFS guardam. |
Fontes e data
- [1] Documentação de ajuda do Windows 10 e do Windows 11, da Microsoft (atalhos de teclado, Explorador de Arquivos, Lixeira e ferramentas do sistema).
Texto conferido em 14/10/2026.